“Vou cuidar de mim. De mim, do meu coração e dessa minha mania de amar demais, de querer demais, de esperar demais.”
Caio F. Abreu    (via cinhaa)

“Ela era um texto que ninguém queria ler até o fim.”
Ariel S.   (via r-o-s-e-i-r-a)

“Não é drama e nem exagero. Sou eu.”
Querido John  (via desejo-reprimido)

“Percebi que era destino porque toda vez que nos separávamos, mais tarde, nossos caminhos sempre se cruzavam novamente. Não importava como, onde ou em que situação. Não importava o que tinha se passado com nossas vidas nesse meio tempo, tudo desaparecia. Voltávamos sempre mais preparados, mais perfeitos, mais um-para-o-outro. É como se o mundo ao nosso redor só estivesse nos moldando pra ficarmos juntos. É como se todo esse tempo longe de você fosse uma forma de te ter pra sempre comigo.”

“Eu sei viver sem você. Sei andar, comer, falar, ver um filme. Sei sorrir e nem é de mentira. Solto gargalhadas e conto piadas e sou rodeada pelos meus amigos o tempo todo. Leio livro, malho, faço amizades. Sou por inteira sem você. Não existe nenhuma parte faltando, mas eu faço ela faltar. É que eu não preciso de você pra nada, mas quero você pra tudo. Eis o grande problema.”

Eu queria gritar pra você: sai daqui, sai de mim! Se afasta, me deixa em paz! Some, pára de me deixar louca, pára de me fazer ficar assim… vulnerável. Assim, idiota. Assim, sua. Sai. Pára. Já chega. Eu não aguento isso. Eu não sei amar ninguém não. Me deixa aqui infeliz com a minha segurança e minha enorme parede imaginária que barra tudo e todos de se aproximarem de mim. Pára de abrir uma brecha nela. Você não quer entrar. Por favor, não entra. Por favor, não me deixa assim na sua mão. Eu não gosto disso. Isso de ser feliz. Eu sempre espero coisa ruim da felicidade. E eu prefiro não ter coisa alguma do que me arriscar à um dia não ter mais isso. Então… chega, tá bom? Vai pra casa, cuida da sua vida, das suas roupas. Malha a perna e deixa de malhar o braço por que você está parecendo cada dia mais com um sorvete. O sorvete mais lindo da minha vida. Então por favor, não me deixa te amar mais do que eu já amo não. Eu vou explodir em mil pedacinhos se isso acontecer. E quem me garante que você vai juntar todos eles? Eu não quero ficar em pedacinhos por você, quero ser inteira por mim, você entende? Diz que não entende. Diz que cola meus pedacinhos. Mente pra mim, porque eu amo até suas mentiras. Você sempre pisca mais que o necessário quando mente. Você não sabe mentir. Mas eu te deixo acreditar que acredito nas tuas mentiras só pra ouvir tua voz mais um pouquinho. Só quero você mais um pouquinho, depois você vai embora, ta certo? Amanhã. Amanhã você vai embora e nunca mais volta pra minha vida, entendido? Ou depois… (Iolanda Valentim)


“O erro foi meu, ou o erro sou eu?”

“Será que daríamos certo? Era o que eu me perguntava quando estava ao seu lado, valeria a pena arriscar tudo por alguém assim tão diferente de mim? Bom na verdade eu nunca soube, mas eu até que insisti nesse amor, só que as vezes era tão difícil a convivência, e você mudava de humor tão facilmente. Uma hora me amava e em outras já nem tanto… E eu sofria, sofria muito e calada por ter tanto medo de te perder, de me perder. Mas o tempo foi passando, e as coisas começaram a se por nos seus lugares, éramos mais felizes separados… Foi então que eu percebi.”
Andreza Claudino  (via minhavidasemti)